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Comércio Eletrônico



E-commerce cresce 25% este Natal, diz e-bit

Felipe Zmoginski, do Plantão INFO

São Paulo, 11 de novembro de 2008

Projeção do e-bit prevê alta de 25% nas vendas online de fim de ano sobre o Natal de 2007. Para consultoria, crise não afeta setor.

Apesar das notícias de crise econômica e alta do dólar, a e-bit prevê que o e-commerce brasileiro vá faturar 25% mais neste final de ano do que fez em igual período de 2007.

A análise prevê que as lojas eletrônicas se beneficiem do período de alta no consumo e da injeção de recursos no mercado gerada pelo pagamento do 13º salário aos trabalhadores com carteira assinada.

Além disso, diz o instituto, a maior confiança nas lojas online e a expansão da inclusão digital devem atrair para o comércio eletrônico maior número de usuários que não têm tempo ou paciência para ir às compras em shoppings centers, que tradicionalmente ficam lotados no período de final de ano.

Se os cálculos do e-bit estiverem corretos, o setor vai faturar neste final de ano R$ 1,35 bilhões, frente R$ 1,082 bilhões faturado na temporada de compras de 2007.

A e-bit afirma que as maiores opções de crédito disponíveis em lojas eletrônicas devem atrair mais consumidores na comparação com o varejo físico. Na média, diz a e-bit, lojas em shoppings e nas ruas permitem parcelamentos em até seis vezes, ao passo que na web esta opção é encontrada em até 12 parcelas.

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Inclusão digital eleva vendas da B2W

Felipe Zmoginski, do Plantão INFO

São Paulo, 11 de novembro de 2008

O grupo B2W, maior vendedor online do Brasil, viu seu faturamento crescer 35% no último trimestre.

O grupo reúne as lojas Americanas.com, Submarino e Shoptime. Juntas, as três lojas online faturaram no período de agosto/setembro/outubro R$ 1,1 bilhão.

O volume de vendas é 35% maior que o apontado no mesmo período de 2008.

De acordo com o balanço divulgado pela B2W, novos usuários das lojas responderam por 40% das vendas no período, indicando que a expansão na base de usuários de internet no Brasil beneficiou fortemente o comércio eletrônico.

Por outro lado, usuários antigos têm comprado com menor assiduidade nas lojas online do grupo. A B2W avalia que o internauta brasileiro compre pela web apenas duas vezes por ano. Só para efeito de comparação, em mercados como o americano, este número sobre para dez compras por ano.

Além de alta no faturamento, o lucro da B2W cresceu fortemente, graças a venda de produtos com maior margem. A lucratividade no período subiu 80% em relação ao trimestre anterior e ficou o período em R$ 26,9 milhões.

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Natal e 13º salário puxam venda do varejo eletrônico

27/10/2008

As vendas do varejo eletrônico vão se manter aquecidas até o final do ano, mesmo com a elevação dos juros e a valorização do dólar, prevêem especialistas em e-commerce. A perspectiva de ausência de reajustes de preços, pelo menos até o Natal, vai compensar a piora nas condições de financiamento, afirmam analistas. A expectativa da e-bit, empresa de informações do setor, é de incremento de 35% nas vendas em 2008 sobre o ano anterior, ante 10% do varejo tradicional.

A professora do Programa de Administração do Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA), Patrícia Vance, afirma que o maior número de lançamentos de produtos à venda na Internet, principalmente no último trimestre, acaba segurando os preços médios. Nessa época, há muitos lançamentos e queima dos estoques com promoções, explica Patrícia. O e-flation do Provar de outubro, que mede os preços na rede mundial de computadores, teve quedas nas categorias de cine e foto (-4,9%), eletroeletrônicos (-3,4%), informática (-0,7%).

O diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, destaca que final do ano é responsável por aproximadamente 20% das vendas totais do ano na Internet, que vão atingir R$ 8,5 bilhões neste ano, na projeção do e-bit. "Não estamos blindados contra a cirse, mas temos agora a injeção do 13º salário e o Natal", avalia.

De acordo com Guasti, outro fator importante que vai impedir a alta dos preços na Internet é a concorrência no setor. O diretor-geral lembra que, neste mês de outubro, o Wal-Mart lançou seu portal de vendas na Web e que o Grupo Pão de Açúcar ampliou em R$ 40 milhões os investimentos em e-commerce até 2010.

Fonte: Correio do Povo

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Vendas pela internet devem ficar aquecidas

22/10/2008 Diário do Amazonas - Manaus

As vendas do varejo eletrônico vão se manter aquecidas até o final do ano, mesmo com a elevação dos juros e a valorização do dólar, preveêm especialistas em e-commerce. A perspectiva de ausência de reajustes de preços, pelo menos até o Natal, vai compensar a piora nas condições de financiamento, afirmaram. A expectativa da e-bit, empresa de informações do setor, ligada à Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, é de incremento de 35% nas vendas em 2008 sobre o ano anterior, ante 10% do varejo tradicional.

A professora do Programa de Administração do Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA), Patrícia Vance, afirma que o maior número de lançamentos de produtos à venda na internet, principalmente no último trimestre, "acaba segurando os preços médios". O último levantamento do e-flation, do Provar - que mede os preços na internet -, mostrou deflação de 1,99% na primeira quinzena de outubro, na comparação com o mesmo período de setembro.

"Nessa época, há muitos lançamentos e uma queima dos estoques com promoções", explica Patricia. O sócio-sênior e especialista em comércio eletrônico da consultoria Gouvêa de Souza& MD, Alexandre Horta, ressalta que os lançamentos chegam aos sites das varejistas com preços "cheios" e que, em seguida, começam a apresentar queda em seus valores.

Fonte: Diário do Amazonas

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E-commerce cresce 35% em 2008, diz e-Bit

São Paulo, 17 de outubro de 2008

Por: Felipe Zmoginski, do Plantão INFO

A e-bit avalia que as lojas online brasileiras devem fechar o ano com expansão de 35% no faturamento.

O estudo diz que a principal responsável pela alta no consumo online é a inclusão digital. No ano, o número de brasileiros com acesso à banda larga deve saltar 42%.

Novos internautas são, em geral, mais desconfiados em relação ao comércio eletrônico e precisam de tempo para ganhar confiança nas compras online, avalia a e-bit. A empresa, no entanto, diz que a modalidade mantém-se atrativa não só pela comodidade de comprar sem sair de casa, mas pelos preços mais baixos que a média do varejo físico.

Vendas pela web, em geral, permitem cortar custos como distribuição e marketing no ponto de venda, o que abre espaço para prática de menores preços.

Fonte: INFO

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Primeiro trimestre de 2008 bate recordes de faturamento no e-commerce

São Paulo, 12 de Maio de 2008

Com crescimento de 49% nas vendas, início de 2008 mostra bons resultados.

Há aproximadamente cinco anos o comércio eletrônico vem dando saltos em crescimento logo nos primeiros meses do ano. Para se ter uma idéia, de acordo com acompanhamento que a e-bit faz do setor, no primeiro trimestre de 2004, houve um crescimento de 46% no faturamento do período de Janeiro a Março em relação a 2003. Este ano o crescimento foi de 49% a mais do que os mesmos três primeiros meses de 2007, o que significa um faturamento de R$ 1,84 bilhão, contra R$ 1,23 bilhão no ano passado.

Apesar de o varejo considerar esse período como sendo de meses mais fracos, principalmente por ser logo após as festas de final de ano, quando as pessoas ainda estão cheias de dívidas, o que percebemos é que os consumidores continuam comprando e os números da e-bit mostram que 2008 promete ser um ano de importantes resultados para o comércio eletrônico.

“Os números realmente impressionam. O início do ano é, geralmente, uma época pouco produtiva para o varejo. A maioria dos consumidores ainda possui dívidas feitas durante as festas de final de ano e reduz seu volume de compras. Mas, as fortes promoções no começo deste ano, somados à diminuição dos juros e a facilidade de parcelamento no cartão de crédito parecem fazer sucesso junto aos adeptos das lojas virtuais”, revela Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.

Quando comparamos o valor gasto pelos e-consumidores em suas compras pela internet, ou seja, o tíquete médio, constata-se um aumento de pouco mais de oito pontos percentuais em relação a 2007, resultando em uma média de R$ 319 por compra, sendo que no ano passado esse valor foi de R$ 295.

Na lista de produtos mais vendidos no primeiro trimestre de 2008, a categoria de Livros ficou mais uma vez em primeiro lugar, a mesma posição do ano passado quando teve 19% de representatividade, com a diferença de que nesse ano ficou com 21%. O segundo lugar ficou com produtos de Informática com 12% e o terceiro lugar com a categoria Saúde e Beleza com 9%, um crescimento admirável em relação ao ano anterior, quando essa categoria teve 5% de participação.

Os produtos Eletrônicos ficaram em quarto lugar com 7% e, surpreendentemente, a categoria de Eletrodomésticos ocupou o quinto lugar, com 6% de participação, sendo que não ocupava os primeiros lugares no ranking de produtos mais vendidos no primeiro trimestre desde 2005.



Produtos mais Vendidos no 1° trimestre 2008*
Livros, Revistas e Jornais 21%
Informática 12%
Saúde e Beleza 9%
Eletrônicos 7%
Eletrodomésticos 6%
* em volume de pedidos
Fonte: Grupo de Pesquisas e-bit
Período: Janeiro a Março de 2008
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Informações de Comércio Eletrônico

Conheça o perfil dos consumidores online, seus hábitos e suas necessidade na internet.

Os relatórios de Informações de Comércio Eletrônico produzidos pela e-bit permitem que a sua empreas esteja sempre à frente de novas oportunidades de negócios e tome decisões rápidas e certas.

Como funciona?

As informações coletadas pela e-bit sobre a experiência de consumidores no final da compra virtual, permitem a sua empresa fazer avaliações precisas sobre os hábitos e o perfil dos compradores online.

Relatórios de Produção Mensal

Para atender à demanda do mercado por estas informações, a e-bit elabora relatórios mensais que trazem um panorama do mercado de comércio eletrônico B2C, incluindo dados demográficos e comportamentos de compra. Além de avaliação comparativa de lojas virtuais com suas categorias, também abordam o market share dos meios de pagamento usados na internet e o tíquete médio de compras entre outras informações que podem ser inter-relacionadas.

Relatórios de Produção sob Demanda

Para atender necessidades específicas, a e-bit também produz relatórios personalizados, cruzando diversas informações de interesse da sua empresa, para que você possa obter uma dimensão exata do mercado ou do segmento pesquisado.



Exemplos de produtos mais vendidos*
Produtos 2004 2005 2006
Livros, Revistas e Jornais 21,5% 16,8% 18,4%
CDs, DVDs e Vídeos 27,3% 22,2% 15,9%
Eletrônicos 10,1% 12,9% 14,3%
Informática 6,1% 7,1% 8,4%
Saúde e Beleza 6,7% 8,0% 7,9%
Eletrodoméstico 5,8% 7,2% 6,9%
* em volume de pedidos
Fonte: Grupo de Pesquisas e-bit
Período: Junho/2004, Junho/2005 e Junho/2006

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